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Indígenas vão à Justiça contra 60 demandas de garimpo que podem afetar 45 mil

Requerimentos para exploração de ouro seguem ativos em órgão e deveriam ser anulados, dizem povos do rio Negro

Organizações indígenas contestam na Justiça a existência de 60 processos ativos na ANM (Agência Nacional de Mineração) com intenção de exploração de ouro em terras do médio e alto rio Negro.

Os empreendimentos, se levados adiante, vão impactar a vida de 45 mil indígenas, conforme documento da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) protocolado em julho na Justiça Federal no Amazonas. A petição leva em conta um levantamento feito pelo ISA (Instituto Socioambiental).

A região no noroeste do estado, que engloba a fronteira com Colômbia e Venezuela, é uma das mais preservadas da Amazônia.

Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo

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fonte: Jornal da Ciência